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Casos na saúde são tema de debate na Câmara

Publicado em 24/07/2018.
“Atiraram uma bomba na saúde em Pelotas”, afirma vereador Marcus Cunha

A superlotação do Pronto Socorro, a falta de leitos nos hospitais, a angustiante espera por atendimento nas unidades básicas de saúde e as denúncias envolvendo a Samu e os exames de pré câncer da rede municipal, levaram o vereador Marcus Cunha (PDT) a afirmar, em discurso, que “atiraram uma bomba na saúde em Pelotas e estão improvisando”, referindo-se à crise que se acumula no setor público no município. 

“Fui presidente da Comissão de Saúde por quatro anos e nesse período assisti esses mesmos problemas se repetirem e, de forma surpreendente, agora se superarem”, disse, na manhã desta terça-feira, 24/07, durante a sessão representativa da Câmara. 

Segundo o vereador, a imprensa “não sabe mais o que colocar como manchete, porque as notícias se repetem. São idosos trocando fraldas em macas no corredor no Pronto Socorro, enquanto outros são alimentados à sua frente. São crianças internadas juntas, como ocorreu agora, quando houve um óbito por meningite, colocando pânico nos pais. Hospitais com leitos vazios para pacientes do SUS e o PS lotado. A fraude nos exames de pré câncer que colocou em risco a vida das mulheres pelotenses.”

Ao fazer uma retrospectiva do governo do ex-prefeito Eduardo Leite, Marcus Cunha lembrou que “desde 2013 a saúde pública não tem sido prioridade. O município gastava 21% de sua arrecadação em saúde; em 2013 baixou para 19,59%; em 2014, para 17,16%; em 2015, para 15,86% e em 2016, para 15%, o mínimo do mínimo constitucional, o que colocou Pelotas como um dos piores municípios do Estado em investimentos em saúde”.

Ele afirmou que “a secretária em férias (Ana Costa), quando esteve na Câmara, disse que o governo aumentaria os gastos para 17%. Então não me digam que não têm recursos para contratar mais leitos”, afirmou.

Ação – Marcus Cunha lembrou à população que é possível ingressar na Justiça para obrigar a Prefeitura a encaminhar pacientes aos hospitais. Ação proposta pelo vereador, aceita pelo Ministério Público, condena o governo a pagar R$ 10 mil por paciente que fique mais de dois dias no Pronto Socorro à espera de leito de UTI e mais de três dias à espera de leito clínico.

Texto: Assessoria de Imprensa - vereador Marcus Cunha (PDT) 

 

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