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Crianças atendidas pelo Conselho Tutelar terão cadastro informatizado

Crianças atendidas pelo Conselho Tutelar terão cadastro informatizado

Presidente da Câmara, Ademar Ornel recebeu os conselheiros tutelares

 

 

 

     A cada ano, são aproximadamente 35 mil atendimentos envolvendo crianças e adolescentes. Muitas vezes, há duplicidade de casos, em que dois conselheiros são chamados para atender a mesma família em situações diferentes. Para resolver tais situações, será colocado em funcionamento, em breve, o SAI – Serviço de Atendimento Informatizado – que a Companhia de Informática de Pelotas, Coimpel, está montando em conjunto com o Conselho Tutelar.

     A informação é do conselheiro José Francisco Assumpção da Luz. “Toda a vida da criança ou do adolescente estará ali, seu nome, seus responsáveis, as medidas aplicadas, se esteve no Judiciário, se há envolvimento com o tráfico”.

    José Francisco esteve presente, com um grupo de colegas, na manhã desta quinta-feira, 12/02, na sessão da Câmara para marcar os protestos em nível nacional, contra a chacina de três conselheiros tutelares em Pernambuco.

    Em nome dos profissionais, se manifestou Daniel Volcan. “A violência está tomando conta do país e para lutar contra não basta construir mais presídios. Violência e saúde são questões políticas, e precisamos nos mobilizar para banir a violência”, afirmou.

    Ele se dirigiu aos parlamentares presentes: “vimos oferecer nossa força a este Parlamento e cobrar também, chamar a atenção. O Estatuto da Criança e do Adolescente é a grande ferramenta de proteção da criança. Vamos nos reunir com o Foro de Pelotas, porque queremos trabalhar de acordo com nossas atribuições, até mesmo para valorizar o Judiciário”.

    Déficit – Neste início de ano, assim como em anos anteriores, uma das grandes preocupações dos conselheiros é a falta de vagas nas escolas de educação infantil do município. Segundo José Francisco da Luz, mesmo com a promessa do prefeito de ampliar em 1.400 vagas, ainda haverá um déficit de 1.100 vagas.

    “A criança que fica na rua impede o familiar de trabalhar ou fica desassistida. Somos chamados inúmeras vezes por vizinhos porque crianças estão sozinhas em casa”, conta o conselheiro tutelar.

    Indagado pelos vereadores sobre as prioridades da instituição, Daniel Volcan elencou a mudança no atendimento aos menores envolvidos com drogas em casos de surtos que ameacem a família. “Somente em casos em que o menor não tem um protetor é que o Conselho deve ser comunicado. Do contrário, a família deve chamar a Brigada Militar e esta chamar a Samu”, explicou.

    Para os seus colegas, também é preciso que o Conselho tenha advogado, médico e até mesmo um agente administrativo para as tarefas do dia-a-dia, que eles não conseguem executar ao mesmo tempo em que se encontram em atendimento na rua.

    Eles receberam o apoio dos parlamentares e a proposta do vereador Marcos Ferreira (PT) de uma Frente Parlamentar que acompanhe o trabalho do Conselho foi aceita pelos presentes.

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